Prefeitura Municipal de Aracaju/SE
Planejamento e Orçamento

Portal Aracaju Compras gera economia superior a R$ 21 milhões em 2017

26/12/17 12h17

Quem visitar o portal de compras municipais (www.aracajucompras.se.gov.br) vai se deparar com informações sobre as dispensas e licitações, atas de registro de preço, contratos centralizados e individualizados e uma parte importante denominada “Placar da Economia em 2017”. Lá, estão descritas informações sobre o quanto foi economizado nas diversas modalidades de compras públicas como pregões, dispensas, concorrências e tomadas de preço. Nesta terça, 26 de dezembro, o placar da economia aponta, somando-se as modalidades descritas, uma economia de R$ 21.017.860,57, o que é um dado histórico fruto da ação inovadora em centralizar compras públicas.

Conforme o coordenador da Central de Compras e Licitações (CCL) da Seplog, Rossíni Espínola, a atual administração buscou investir no portal de compras como instrumento para democratizar e dinamizar os processos de compras, sempre buscando mais eficácia e a consequente economia de recursos públicos. “A centralização das compras públicas através do portal permitiu, além de democratizar o acesso às informações sobre todos esses processos para qualquer cidadão, atrair maior número de fornecedores em diversas modalidades e, consequentemente, obter economia, já que, como os descritivos mostram, conseguimos arrematar muito abaixo dos valores de referência”, enfatiza o coordenador.

Processos de Compra

Tudo começa com uma ampla pesquisa ampla de mercado, avaliando os valores médios praticados para os produtos, insumos e serviços que a administração necessita adquirir. Esses dados são inseridos no sistema onde os fornecedores tradicionais estão cadastrados e novos fornecedores também podem se cadastrar. Na data específica do processo, ocorre o pregão, onde quem ganha é quem oferece o menor preço.

Dos R$ 21.017.860,57 economizados, R$ 12.874.517,89 foram advindos dos pregões; R$ 7.758.724,94 oriundos das concorrências (obras públicas realizadas através da Emurb); R$ 287.870,38 oriundos das tomadas de preço (em sua maioria também advindos de obras públicas); e R$ 96.747,36 oriundos das dispensas.

“Priorizamos aquilo que é nossa efetiva necessidade e não necessariamente o que o mercado quer vender. Isso racionaliza todo o processo e nos proporciona economia. Num ano difícil, como 2017, essa foi uma ferramenta fundamental para alcançarmos bons resultados”, aponta Rossini.

Os valores e o quantitativo de processos envolvidos são atualizados automaticamente, à medida que são homologados, permitindo um acompanhamento praticamente ‘em tempo real’ da evolução nos valores envolvidos.