Prefeitura Municipal de Aracaju/SE
Agência Aracaju de Notícias

Projeto de Mobilidade Urbana de Aracaju segue cronograma traçado pela Prefeitura

14/08/19 13h51

Concebido na gestão anterior do prefeito Edvaldo Nogueira (2008-2012) e alterado na administração passada, o Projeto de Mobilidade Urbana do Município foi retomado pela Prefeitura de Aracaju e sua implementação segue o cronograma planejado.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura e presidente da Empresa Municipal de Obras e Urbanização (Emurb), Sérgio Ferrari, as obras do corredor da Avenida Beira Mar, por exemplo, já são uma realidade.

“Essa obra já está em execução e a dos demais três corredores estão em fase de licitação”, afirma Sérgio Ferrari. Os outros três corredores são o do Jardins, o da Hermes Fontes e o da Rio de Janeiro.  

“Todas essas três obras estão em fase de licitação, cujos processos devem ser finalizados em agosto ou setembro”, explica Ferrari. De acordo com o secretário municipal da Infraestrutura, os recursos, conveniados junto à Caixa Econômica, e a contrapartida da Prefeitura, estão garantidos, o que assegura a realização das obras.

“Não temos nenhuma dúvida de que essas obras terão um desenvolvimento acelerado”, afirma. Além das obras dos corredores, a Emurb também está licitando a recuperação dos terminais de integração. “O Terminal da Atalaia será recuperado, assim como o do Bairro Industrial. Mas também construiremos um novo terminal no Centro”, revela o secretário. Para além disso, completa Ferrari, no corredor da Beira Mar, será necessária a duplicação da ponte do Rio Poxim, cuja obra também está em fase de licitação.

Projeto de Mobilidade

Inicialmente, o Projeto de Mobilidade Urbana contemplava quatro corredores de transporte, mais a modernização de semáforos, da Central de Controle, dos Terminais de Integração, das passarelas e também das paradas de ônibus.

“No Projeto inicial, eram quatro corredores, mas a gestão anterior alterou para 11. Nessa mudança, infelizmente, não se pensou no aumento do custo, pois o empréstimo previsto, de R$110 milhões, já não seria suficiente”, argumenta Ferrari.

Esses recursos foram deixados pelo então prefeito Edvaldo Nogueira para seu sucessor, mas com a alteração, o Plano acabou não tendo andamento, sendo retomado apenas em 2017, com a autorização do Ministério das Cidades, hoje Ministério do Desenvolvimento Regional, para que a conceituação anterior fosse mantida.