Prefeitura Municipal de Aracaju/SE
Educação

Emef do 18 do Forte garante reforço escolar para os alunos durante as férias

21/08/19 15h19

Desde o último dia 12, os alunos da rede municipal de ensino de Aracaju estão em recesso escolar. Mas, para os estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Otília de Araújo Macêdo, férias é sinônimo de aprendizado. É que a unidade resolveu manter parte dos estudantes frequentando a escola durante o período para a realização de um reforço diferenciado.

Com isso, até o dia 23, cerca de 50 alunos, do 1° ao 5° ano, estão indo à escola todas as tardes, para participar de dinâmicas e brincadeiras que têm como objetivo reforçar os conteúdos pedagógicos vistos em sala de aula. “Solicitamos aos professores que apontassem os alunos que apresentam dificuldades no aprendizado para participar deste reforço. Só que quisemos fazer algo diferente do que eles já veem no período letivo, por isso, estamos trabalhando com dinâmicas, exibição de filmes, brincadeiras. O lúdico também ensina muito e eles estão aprendendo sem deixar de curtir as férias”, afirma a diretora da Emef, Silvânia Nogueira dos Santos.

Para ajudar na leitura, foi criado um jogo de tabuleiro em que as próprias crianças são as peças. Já para o ensino da Matemática, as professoras responsáveis montaram um supermercado, com rótulos e embalagens trazidos de casa pelos próprios alunos. O sistema de compra e venda tem até moeda própria e um sistema de caixa. Com a atividade, são trabalhados cálculos e economia doméstica. As atividades pedagógicas também preparam os estudantes para a prova do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que será aplicada em outubro. 

A estudante Iris Emanuele de Medeiros, de 10 anos, tem aproveitado ao máximo o período que passa na escola. “É muito melhor estar aqui, compartilhando com os professores e colegas, que estar em casa sem fazer nada. Aqui eu me divirto e aprendo. Além de Português e Matemática, também assistimos a um filme que nos ensinou sobre a importância de não desperdiçar os alimentos”, conta. “Saímos do foco da sala de aula, do quadro-negro e do caderno, do tradicional que eles já veem todos os dias. Essa é uma forma de conquistá-los e fixar os conteúdos de uma maneira mais prazerosa”, finaliza a diretora Silvânia.