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Professores aprimoram técnicas de contação de histórias

12/08/2010 - 11h48
clique para ampliarOficina de contação de histórias foi realizada no Cemarh (Fotos: Walter Martins)
clique para ampliarVários recursos podem ser utilizados para transportar as crianças para o universo da imaginação
clique para ampliarDanielson Barreto é integrante do ‘Grupo Hannah – Contadores de Histórias’
clique para ampliarRosa Cristina Ettinger é técnica da Semed
clique para ampliarParticipantes estão empenhados em estimular nas crianças o gosto pela leitura
clique para ampliarSilvânia Oliveira é suporte pedagógico e atua na Emei. Raquel Côrtes Rollemberg

Para despertar o interesse de crianças de 4 a 6 anos pela prática da leitura, professores e suportes pedagógicos que atuam nas escolas municipais de educação infantil de Aracaju participaram nessa quarta-feira, 11, de uma oficina de contação de histórias. O evento aconteceu no auditório do Centro de Aperfeiçoamento de Recursos Humanos (Cemarh), localizado no bairro Siqueira Campos, e contou com a colaboração do ‘Grupo Hannah - Contadores de Histórias'.

A oficina foi promovida pela Secretaria Municipal da Educação (Semed), através da Coordenadoria de Educação Infantil, com objetivo de instrumentalizar os profissionais para o aperfeiçoamento das técnicas de contação de histórias, utilizada como importante ferramenta pedagógica, principalmente no processo educativo de crianças de 0 a 6 anos.

Figurinos, desenhos infantis, brinquedos e, é claro, livros, podem ser utilizados para contar histórias. Mas, de acordo com Danielson Barreto, integrante do Grupo Hannah, o principal é que os profissionais da educação sejam criativos. "Deixem sair de uma cartola mágica um inesperado coelho branco, mesmo que ambos sejam criados com a força da imaginação", disse.  

Segundo ele, é possível dispor de vários recursos para que a contação de histórias seja um grande atrativo para as crianças. "Por isso incentivamos a leitura, seja contando histórias para crianças, ou mesmo capacitando professores e gestores escolares para que se tornem agentes multiplicadores nesse processo", declarou Danielson.

Benefícios

Os olhares atentos de meninos e meninas diante da performance do contador podem não só leva-los a assumir voluntariamente a condição de leitores, mas, sobretudo, estimular a oralidade e a escrita, proporcionando o convívio saudável com os colegas e, mais do que isso, o bom uso da imaginação.

"A contação de histórias já é uma prática comum em muitas unidades escolares da rede municipal, por isso faz-se necessário aprimorá-la entre os professores e suportes pedagógicos, responsáveis por transmitir o conhecimento aos alunos, estimulando o gosto pela leitura", afirmou a técnica de educação infantil da Semed, Rosa Cristina Ettinger.

Experiência

Há mais de 20 anos atuando como suporte pedagógico na educação infantil, Silvânia Oliveira, que hoje atua na Emei. Raquel Côrtes Rollemberg, define a prática da contação de histórias como um recurso fundamental na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental.

"É através da contação que as crianças visualizam a magia presente nas linhas e entrelinhas dos livros de literatura infantil. A partir daí, fica mais fácil imaginar um universo repleto de cores e fantasia, o que desperta o interesse de meninos e meninas pelos livros e suas novas descobertas. Ao estimular o hábito da leitura, aperfeiçoamos a escrita, abrindo caminhos para a conquista de novos conhecimentos", explicou a suporte pedagógico.

 

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