Prefeitura Municipal de Aracaju/SE
Agência Aracaju de Notícias

Aracaju é 1ª capital do país em aumento de investimentos em 2018

03/04/18 17h40

A Prefeitura de Aracaju destinará, ao longo deste ano, R$ 469 milhões para obras, projetos e serviços com benefícios diretos para a população. Este valor representa um crescimento de 231,7% em relação a 2017, o que coloca Aracaju, sob a gestão do prefeito Edvaldo Nogueira, em primeiro lugar entre todas as 26 capitais do país em investimentos. O dado foi divulgado nesta terça-feira, 3 de abril, pelo G1, portal de notícias da Rede Globo.

"Estes números comprovam que estamos no caminho certo. O nosso Planejamento Estratégico foi desenvolvido corretamente, sobretudo porque foi feito por fases. Primeiro, enxugamos a máquina, diminuindo despesas e fazendo as economias necessárias. Cortamos todos os gastos possíveis: diárias, consultorias, cargos em comissão, telefonia, energia elétrica, em tudo operamos uma redução significativa. Segundo, apesar da crise, elaboramos projetos, definimos prioridades e conquistamos os recursos necessários. Este trabalho permitiu que chegássemos a este resultado divulgado pelo G1", afirmou Edvaldo.

Para o prefeito, a primeira colocação entre as capitais demonstra a organização e correta gestão do atual governo municipal. "Quando a grande parte das prefeituras diminui investimento e aumenta suas dividas, Aracaju vai no caminho contrário: já pagamos R$ 300 milhões das dívidas herdadas e vamos fazer muitos investimentos neste ano. Isto revela o conteúdo do nosso governo: uma administração que busca o resultado para a sociedade", reforçou.

De acordo com os dados divulgados pelo G1, a partir do Orçamento da Prefeitura de Aracaju para 2018, a receita total neste ano será de R$ 2,3 bilhões, uma alta de 29,04% em relação a 2017. As despesas de investimento terão um aumento de R$ 469,5 milhões. O portal de notícias da Rede Globo pontua que "a alta prevista de 231,17% é a maior entre todas as capitais brasileiras". Estes recursos são originários de emendas parlamentares individuais e de bancada, repasses e convênios com o governo federal e empréstimos. Já o déficit primário previsto, de R$ 165,5 milhões, é o saldo remanescente das dívidas herdadas da gestão anterior.

Superávit de R$ 170 milhões

Outro destaque positivo da reportagem é que "o superávit realizado em 2017, que foi de R$ 171 milhões (a previsão inicial era de déficit de R$ 60,4 bilhões), ocorreu em razão do forte ajuste fiscal realizado pela gestão, que conteve gastos, renegociou dívidas com fornecedores e alocou de forma eficiente os recursos arrecadados".

Os dados revelados pelo G1 mostram assim que Aracaju, gerida por Edvaldo Nogueira, tem alcançado destaque nacional, colocando-se na dianteira entre as capitais, tanto no Nordeste, ficando à frente de capitais maiores como Salvador e Natal, quanto em âmbito nacional, liderando sobre grandes centrais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis e Curitiba.

A organização das contas municipais de Aracaju tem sido destacada desde o ano passado, quando a cidade foi apontada, pelo jornal Valor Econômico, como a primeira capital do Nordeste em redução de gastos. As ações desenvolvidas desde os primeiros dias de 2017 foram a forma encontrada pelo prefeito Edvaldo Nogueira para sanear a máquina, diante das dívidas herdadas de R$ 840 milhões, sendo R$ 540 milhões de curto prazo. Ao longo do ano passado, mais de R$ 300 milhões já foram quitados, inclusive com o pagamento de duas folhas salariais atrasadas.

Resultados visíveis

A previsão de investimento de quase R$ 470 milhões já é percebida em várias localidades de Aracaju. Nos primeiros três meses do ano, já foram assinadas ordens de serviço para obras nos bairros 17 de Março e Santa Maria, conjuntos Bugio e Augusto Branco, além dos loteamentos Pantanal e Barroso. Outras importantes obras estão acontecendo nos loteamentos Moema Mary e Costa do Sol e nos bairros Coqueiral, Japãozinho, 17 de Março e Novo Paraíso.

Confira as matérias na íntegra: 

Prefeitura de Aracaju prevê déficit primário e investimento 231% maior em 2018

Metade das capitais prevê déficit primário mesmo com investimento menor em 2018