Profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) discutem sobre o atendimento prestado pelas Unidades de Saúde da Família (USF) às profissionais do sexo e usuários de drogas. A discussão está sendo realizada durante todo o dia de hoje, segunda-feira, na sede da Associação Sergipana de Prostitutas (ASP). Visando a efetivação da proposta, oficinas pretendem abarcar os mais diversos assuntos pertinentes ao tema. Para isso, a SMS se faz presente por meio dos Programas DST/Aids, Saúde da Mulher, Coordenação da Vigilância Epidemiológica (Covepi) e Rede de Atenção Básica (REAB). O Programa de Redução de Danos também participa das ações. Ele é responsável por potencializar as atividades de prevenção e orientação. Trabalha-se inclusive indo a campo, nos turnos da manhã e noite, nos locais freqüentados por essas pessoas. Na oportunidade, os gestores puderam ouvir os reclames das integrantes da ASP. Sempre nos preocupamos em melhorar o sistema e o acolhimento dado aos cidadãos da comunidade aracajuana, comenta o coordenador do Programa DST/Aids, Eudes Barroso. Para a diretoria da ASP, Maria Candelária, as atividades desenvolvidas pela SMS nesta segunda-feira foi uma prova de que trabalhar em parceria é a fórmula para a eficiência. Tenho certeza de que a saúde pública de Aracaju entende os anseios das profissionais do sexo.