A Secretaria da Família e da Assistência Social (Semfas), em parceria com Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), concluiu nesta sexta-feira, 31, as atividades do “Janeiro Branco”, mês dedicado aos cuidados com a saúde mental, realizando uma roda de conversa com os supervisores, coordenadores, técnicos do serviço social e cadastradores que atuam no Cadastro Único (Cádúnico) em Aracaju. O evento aconteceu no auditório da Casa dos Conselhos Municipais.
São 40 profissionais que atuam nos 17 pontos do Cadúncio da capital sergipana, um em cada Centro de Referência da Assistência Social (Cras), totalizando 16 e um localizado no Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP).
“Estamos aproveitando esse momento onde o sistema do CadÚnico esta passando por uma fase de manutenção e de cruzamento de dados com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) para cuidarmos desses profissionais que estão no dia a dia com o usuário. A gente firmou uma parceria com a Apae, que trouxe um psicólogo para ministrar a palestra, abordando a saúde mental do trabalhador. Além disso, aproveitamos esses encontros para que todos os profissionais possam se encontrar, conversar, trocar experiência, algo importante para a saúde mental. Iremos realizar mais encontros como esse para termos uma equipe alinhada e qualificada”, detalhou a diretora de gestão social da habitação e políticas de transferência de renda, Clarice Mandarino.
A coordenadora de políticas públicas de transferência de renda, Carla Vanessa, destaca que essa reunião visa aperfeiçoar os profissionais que precisam estar alinhados com o serviço para atender da melhor o usuário.
“O operador do Cadastro Único atende famílias diariamente, entrevista essas famílias para alimentar o sistema do Cadastro Único. É um profissional que atende pessoas e escuta as situações mais vulneráveis que as famílias vivem. Esse momento de hoje, direcionado à saúde mental do trabalhador, é para que a gente possa cada vez mais preparar o nosso profissional para que ele esteja bem consigo mesmo, para que cada vez a gente possa aperfeiçoar o nosso trabalho e atender com melhor qualidade o usuário que diariamente chega até nós.”, afirmou Carla Vanessa.
Segundo o palestrante e psicólogo Danilo Santos, essas rodas de conversa com profissionais que atuam com atendimento ao público são fundamentais para uma acolhida mais humanizada.
“Quando a gente trabalha com pessoas de diversas áreas, a gente entende que elas trazem demandas. Por um motivo de acolhimento, de receber aquele usuário, a gente acaba entrando nesse movimento e somatizando ao problema que já temos. O interessante é entender que a demanda que a gente está recebendo, é a demanda do outro indivíduo, que a gente pode sim auxiliar, que a gente pode orientar. Nesse sentido a gente tem que saber separar isso para que não somatizar e acabar nos prejudicando”, pontuou Danilo Santos.
São 40 profissionais que atuam nos 17 pontos do Cadúncio da capital sergipana, um em cada Centro de Referência da Assistência Social (Cras), totalizando 16 e um localizado no Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP).
“Estamos aproveitando esse momento onde o sistema do CadÚnico esta passando por uma fase de manutenção e de cruzamento de dados com o Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) para cuidarmos desses profissionais que estão no dia a dia com o usuário. A gente firmou uma parceria com a Apae, que trouxe um psicólogo para ministrar a palestra, abordando a saúde mental do trabalhador. Além disso, aproveitamos esses encontros para que todos os profissionais possam se encontrar, conversar, trocar experiência, algo importante para a saúde mental. Iremos realizar mais encontros como esse para termos uma equipe alinhada e qualificada”, detalhou a diretora de gestão social da habitação e políticas de transferência de renda, Clarice Mandarino.
A coordenadora de políticas públicas de transferência de renda, Carla Vanessa, destaca que essa reunião visa aperfeiçoar os profissionais que precisam estar alinhados com o serviço para atender da melhor o usuário.
“O operador do Cadastro Único atende famílias diariamente, entrevista essas famílias para alimentar o sistema do Cadastro Único. É um profissional que atende pessoas e escuta as situações mais vulneráveis que as famílias vivem. Esse momento de hoje, direcionado à saúde mental do trabalhador, é para que a gente possa cada vez mais preparar o nosso profissional para que ele esteja bem consigo mesmo, para que cada vez a gente possa aperfeiçoar o nosso trabalho e atender com melhor qualidade o usuário que diariamente chega até nós.”, afirmou Carla Vanessa.
Segundo o palestrante e psicólogo Danilo Santos, essas rodas de conversa com profissionais que atuam com atendimento ao público são fundamentais para uma acolhida mais humanizada.
“Quando a gente trabalha com pessoas de diversas áreas, a gente entende que elas trazem demandas. Por um motivo de acolhimento, de receber aquele usuário, a gente acaba entrando nesse movimento e somatizando ao problema que já temos. O interessante é entender que a demanda que a gente está recebendo, é a demanda do outro indivíduo, que a gente pode sim auxiliar, que a gente pode orientar. Nesse sentido a gente tem que saber separar isso para que não somatizar e acabar nos prejudicando”, pontuou Danilo Santos.