Na maior e melhor festa junina do país, a segurança é garantida. Para isso, a Guarda Municipal, Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros montaram um esquema especial. Tudo foi pensado e planejado de forma detalhada, como exige o mega evento.
De acordo com o coronel Antônio Sávio, da PM, 250 policiais estarão trabalhando em cada uma das 12 noites de forró. "Nosso objetivo é impedir qualquer ação que atente contra a segurança das pessoas. A prevenção é o nosso maior foco, e repressão de possíveis delitos só em último caso", afirma.
As equipes foram dividas entre 14 patrulhas, que fazem o monitoramento da área a pé; 12 patrulhas nos postos elevados, que são espécies de cabines distribuídas em toda a área da festa; três guarnições nos três portões de acesso, onde 25 homens revistam todos que entram na festa; além da equipe na cabine do desarmamento.
O esforço para garantir uma festa livre de incidentes é grande. No esquema de segurança ainda está incluído o apoio da Radiopatrulha, da Cavalaria, que faz o policiamento montado na área periférica, e da CPTran, que auxilia no controle das vias de acesso. Em caso de detenção, os indivíduos são conduzidos à delegacia que funciona dentro do Mercado Thales Feraz, onde é registrado um boletim de ocorrência e a soltura só acontece após o término da festa.
Um reforço de peso é oferecido por 25 oficiais do Batalhão de Choque. "Nossa atuação em eventos como o Forró Caju é uma espécie de trabalho especializado. Só agimos quando é necessária uma intervenção mais intensa na abordagem, onde usamos munição não letal", explica o capitão Jorge Cirilo.
Câmeras
Um destaque desse grande esquema de segurança é o monitoramento através de câmeras de vídeo. Foram instaladas 24 câmeras na região interna e na parte externa da festa. Na sala dos monitores trabalham dois policias e um técnico de vídeo que acompanham tudo.
"Esse é um trabalho importante e fundamental para a prevenção e a ação policial. Através das câmeras agilizamos o processo de intervenção, além de identificar com clareza o infrator, já que nossas câmeras são móveis. Portanto, podemos seguir seus passos e evitar um possível erro de abordagem", destaca o soldado Valdo Silva.