Romantismo marca show de Cintura Fina

Agência Aracaju de Notícias
26/06/2010 03h23
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A batida forte do forró eletrônico da banda Cintura Fina, última atração da noite desta sexta-feira, 25, aqueceu a madrugada chuvosa dos forrozeiros no Forró Caju 2010. Com muito romantismo e sensualidade, a banda sergipana que tem 9 anos de estrada embalou os casais apaixonados com um repertório totalmente novo.

Agência Aracaju de Notícias (AAN) entrevistou os integrantes da banda,: Júnior Moreno, Binho, Andreia Reis e Janaina, que falaram da carreira e os projetos para o futuro,

AAN: Vocês viajam por todo o Brasil fazendo grandes shows. Qual a sensação de cantar em casa?
Junior Moreno:
Euforia total. Cantar em casa é sempre uma responsabilidade dobrada. Rever os amigos mais próximos e saber que estamos cantando para o público da nossa terra nos dá uma satisfação ainda maior.

AAN: Quais as expectativas da banda para a turnê internacional que começa em setembro?
Binho:
As expectativas são as melhores possíveis. Uma banda sergipana de apenas 9 anos de estrada fazendo uma turnê fora do pais é inacreditável e para nós é uma emoção inexplicável. Esperamos agradar o público do exterior tanto quanto agradamos por aqui.

AAN: No próximo mês de julho vocês começam uma nova turnê pelo Brasil. Quais as novidades?
Márcia Glover:
Novidades mil! Estamos com CD novo, repertório totalmente diferente. Além, é claro, de muita energia, garra e vontade de crescer.

AAN: A banda foi reformulada para ampliar o trabalho realizado. Que mudanças foram feitas?
Andréia Reis:
Tivemos uma mudança no repertório, que passou a ser mais eclético. Unimos o romântico ao xote, galope, pisadinha, entre outros estilos. Também houve a mudança dos vocalistas, permanecendo apenas Júnior Moreno e Janaína da antiga formação.

AAN: Janaina, você já passou pela banda Chá de Capiaba antes de integrar a Cintura Fina. Qual a experiência adquirida nessa etapa da sua carreira?
Janaina:
Na Chá de Capiaba eu adquiri a experiência do contato com o público. Mas a maior experiência que eu pude absorver foi o contato com outras bandas. O bate-papo com bandas ainda maiores durante algumas viagens me proporcionou uma bagagem muito grande.