Na noite dessa quinta, 14, o prefeito Edvaldo Nogueira participou, no Palácio-Museu Olímpio Campos, de uma solenidade de celebração do centenário de nascimento do ex-governador Luiz Garcia. Reconhecendo a importância dos avanços realizados pelo ex-governador para o estado e para a capital, também estavam presentes o governador reeleito, Marcelo Déda, ex-governadores, intelectuais e familiares de Luiz Garcia, inclusive seu filho, Gilton Garcia.
Na abertura da solenidade, o historiador Luiz Antônio Barreto relembrou a participação política de Luiz, ao lado de Leandro Maciel, e destacou sua habilidade de conciliar conhecimentos forenses com seus mandatos políticos. Luiz Garcia atuou no jornalismo, principalmente no periódico Correio de Aracaju; foi promotor em Sergipe e no Rio de Janeiro; e ingressou na política aos 24 anos.
Nessa área, participou da fundação do Partido Social Democrático (PSD) e posteriormente foi deputado federal. Como governador, Luiz Garcia foi responsável por importantes empreendimentos que, nas palavras do governador Marcelo Déda, trouxeram para Sergipe os ares de desenvolvimento implementados por Juscelino Kubtischek.
Sob sua gestão, a capital sergipana se modernizou e passou a sediar o Banco do Estado de Sergipe (Banese), a Empresa Energética de Sergipe (Energipe), o Instituto de Previdência do Estado de Sergipe (Ipes), o Hotel Pálace de Aracaju, a Estação de Passageiros do Aeroporto Santa Maria, o Centro de Reabilitação Ninota Garcia, a Faculdade de Medicina e a Estação Rodoviária Luiz Garcia. Faleceu em Aracaju, em 11 de agosto de 2001.
Presenças
Compareceram ao evento o senador eleito e ex-governador Antônio Carlos Valadares; o reitor da Universidade Tiradentes (Unit), Joubert Uchoa; o presidente do Banese, Saumíneo Nascimento; o reitor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), José Modesto Subrinho; o ex-governador Paulo Barreto de Menezes; o secretário da Casa Civil, Oliveira Jr.; a procuradora Maria Cristina Mendonça; a presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Maria das Graças Melo; a procuradora do Ministério Público, Ana Christina Souza Brandi; e o presidente da Academia Sergipana de Letras (ASL), José Anderson Nascimento.