Este ano a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), através do Programa DST/AIDS, lançou a campanha ‘Quando o chamego pegar fogo, camisinha nele'. A idéia foi manter o alerta e incentivar a população para a prevenção durante os festejos juninos. Para isso, o programa montou, pelo nono ano, o Ponto da Prevenção no Forró Caju. Ao lado do palco principal da festa, mais de 70 mil preservativos foram distribuídos.
"O programa tem o compromisso de sempre marcar presença nos grandes eventos da cidade. Com esta campanha, objetivamos potencializar as ações durante as festas juninas. No Forró Caju, o Ponto da Prevenção teve o objetivo de levar informações e tirar dúvidas, ajudando assim na prevenção, que é o melhor remédio", afirma Andrey Lemos, coordenador do Programa.
Além da distribuição de preservativos masculinos e femininos, o Ponto da Prevenção também disponibilizou panfletos com informações sobre sexo seguro e sobre a relevância do diagnóstico precoce das doenças sexualmente transmissíveis. Este ano, o alerta para o sexo seguro foi divulgado também através de 21 mil porta-preservativos distribuídos durante as 12 noites de festa.
"A ação realizada no Forró Caju é fundamental para a comunidade. A secretaria está no caminho certo. O alerta fica para a população que tem que se conscientizar. Conseguiremos juntos agir na promoção à saúde, que é o mais importante para a população", afirma Silvio Santos, secretário municipal da Saúde.
História
O programa tem 12 anos em Aracaju, trabalhando na prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e hepatites virais. Foi criado para atuar em quatro frentes: na garantia da consulta, no diagnóstico, no tratamento e nas campanhas educativas realizadas em organizações não governamentais.
Andrey Lemos explica que caso o cidadão suspeite de algum sintoma de DST ou hepatite viral, procure o mais rápido possível uma Unidade de Saúde da Família (USF) ou o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), localizado no Centro de Especialidades Médicas (Cemar), no bairro Siqueira Campos, onde serão realizados os exames necessários para verificação da doença.
"A Secretaria garante o tratamento completo a todo e qualquer paciente que esteja diagnosticado com alguma doença sexualmente transmissível ou hepatite viral", reforça o coordenador.