Quem gosta de festas com músicas para relembrar o passado não precisa esperar muito longe para ir, pois no Réveillon de Todos os Ritmos, promovido pela Prefeitura Municipal de Aracaju trará a banda “Anonimato” com sucessos nacionais e internacionais dos anos 80 e 90, além dos grandes sucessos atuais do Pop/Rock.
A banda é a segunda a subir no palco na Orla de Atalaia da grande festa da virada no dia 31. Segundo o líder e vocalista do grupo, Luis Prado, a inspiração do som é da banda RPM. “Nossa inspiração foi o RPM é tanto que quando toca “Olhar 43” eu me transformo. Já fiz participação com o Rafa Chaves, hoje vocalista do Chiclete com Banana e que me convidou para fazer show em Salvador”, conta.
Em relação à expectativa da apresentação no Réveillon o cantor se diz muito ansioso e feliz por se tratar de um momento muito aguardado. “A expectativa de tocar no Réveillon é a melhor possível, pois sempre foi uma festa que eu quis tocar, uma consolidação, pois para você que tocou o ano inteiro, agora o pessoal quer ver o seu trabalho e Aracaju tem público e está crescendo forte no Pop/Rock”, completa o vocalista.
Sobre o repertório Prado disse que a banda está apostando em músicas que levam a alegria para os aracajuanos e turistas. “O carro chefe da nossa banda é a comunicação com o público e a gente esta montando um repertório, no qual todos interajam conosco para ser um show maravilhoso”, finaliza.
A banda
Um grupo de cinco amigos de um condomínio simples na Atalaia Velha em Aracaju se juntou para tocar anos 80. E desse projeto de ensaiar o processo foi ficando sério e a partir desses ensaios houve convites para tocar em eventos.
“Nossa história foi marcada com muita superação para solidificar no que fazemos hoje na nossa terra. Eu creio que é positivo a Prefeitura valorizar a cultura local, pois quando você viaja o pessoal valoriza o que é da sua terra e está na hora do aracajuano valorizar o que é seu. Ter um réveillon com a maioria das bandas locais é sensacional, pois é maneira de valorizar o trabalho e tem que ser mostrado, pois além do forró tem outras coisas”, fala Luis.