Há quem diga que a sexta-feira é um aquecimento para o final semana, para dias merecidos de descanso e sossego. Mas não é nesse ritmo que caminha a Prefeitura de Aracaju (PMA). A manhã da última sexta-feira, 10, foi bastante movimentada na Universidade Federal de Sergipe (UFS), onde a vice-prefeita Eliane Aquino reuniu secretários da administração municipal e técnicos da UFS, liderados pelo reitor Ângelo Antoniolli, para uma conversa sobre as parcerias que podem ser geradas através da união de interesses das duas entidades.
Compondo a equipe da prefeitura, estavam presentes, além da vice-prefeita e também secretária municipal da Assistência Social e Cidadania (Semasc), Eliane Aquino; o secretário da Saúde, André Sotero; a secretária da Educação Maria Cecília Tavares; o secretário da Juventude e Esporte, Jorge Araújo Filho; e o presidente da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Luiz Roberto Santana.
Uma planilha com dados, recortados por bairro, sobre a expectativa de vida da população aracajuana foi apresentada à equipe da prefeitura. A ideia é que os dados possam dar um maior embasamento para as atividades desenvolvidas pelas secretarias do município.
Eliane Aquino acredita que através da união da prefeitura com a universidade muitos avanços acontecerão. “A gente sabe da importância da parceira com as universidades. Os dados dos últimos anos aos quais tivemos acesso são insuficientes para o avanço do nosso trabalho na prefeitura. Por isso, a expertise da universidade no levantamento de diagnósticos e pesquisas de campo pode nos auxiliar na construção de políticas públicas mais eficientes, pois elas serão elaboradas de acordo com a realidade do nosso território”.
A gestão do prefeito Edvaldo Nogueira e do reitor Ângelo Antoniolli tem em comum o quadriênio 2017-2020. Nesse sentido, a pró-reitora da UFS, Iara Campelo, acredita também no sucesso da união de forças entre a prefeitura e a universidade. “Esse trabalho não será feito com varinha mágica, nem por parte da universidade e muito menos pela prefeitura. Estamos em um processo de construção, que será gradual e contínuo, mas acredito que o resultado será muito positivo”.
Para Ângelo Antoniolli, o start na parceria com a PMA deve ser encarado como a própria razão de ser de um centro acadêmico. “A universidade não existe apenas para enriquecer o currículo das pessoas. É necessário que uma unidade de ensino federal como esta modifique a vida da sociedade onde está implantada. De nada adianta termos essas pesquisas tão bem elaboradas se elas não puderem servir como bússola para o serviço público. A universidade respira gente e existe por causa das pessoas, então eu só tenho a dizer que estou muito feliz com a abertura dos trabalhos entre a universidade federal e a prefeitura de Aracaju”.
Compondo a equipe da prefeitura, estavam presentes, além da vice-prefeita e também secretária municipal da Assistência Social e Cidadania (Semasc), Eliane Aquino; o secretário da Saúde, André Sotero; a secretária da Educação Maria Cecília Tavares; o secretário da Juventude e Esporte, Jorge Araújo Filho; e o presidente da Fundação Municipal de Formação para o Trabalho (Fundat), Luiz Roberto Santana.
Uma planilha com dados, recortados por bairro, sobre a expectativa de vida da população aracajuana foi apresentada à equipe da prefeitura. A ideia é que os dados possam dar um maior embasamento para as atividades desenvolvidas pelas secretarias do município.
Eliane Aquino acredita que através da união da prefeitura com a universidade muitos avanços acontecerão. “A gente sabe da importância da parceira com as universidades. Os dados dos últimos anos aos quais tivemos acesso são insuficientes para o avanço do nosso trabalho na prefeitura. Por isso, a expertise da universidade no levantamento de diagnósticos e pesquisas de campo pode nos auxiliar na construção de políticas públicas mais eficientes, pois elas serão elaboradas de acordo com a realidade do nosso território”.
A gestão do prefeito Edvaldo Nogueira e do reitor Ângelo Antoniolli tem em comum o quadriênio 2017-2020. Nesse sentido, a pró-reitora da UFS, Iara Campelo, acredita também no sucesso da união de forças entre a prefeitura e a universidade. “Esse trabalho não será feito com varinha mágica, nem por parte da universidade e muito menos pela prefeitura. Estamos em um processo de construção, que será gradual e contínuo, mas acredito que o resultado será muito positivo”.
Para Ângelo Antoniolli, o start na parceria com a PMA deve ser encarado como a própria razão de ser de um centro acadêmico. “A universidade não existe apenas para enriquecer o currículo das pessoas. É necessário que uma unidade de ensino federal como esta modifique a vida da sociedade onde está implantada. De nada adianta termos essas pesquisas tão bem elaboradas se elas não puderem servir como bússola para o serviço público. A universidade respira gente e existe por causa das pessoas, então eu só tenho a dizer que estou muito feliz com a abertura dos trabalhos entre a universidade federal e a prefeitura de Aracaju”.