Os investimentos que a Prefeitura de Aracaju tem feito na infraestrutura da cidade, promovem muito mais que o desenvolvimento urbano da capital: geram emprego e renda com a construção civil. Desta maneira, além de melhorar a qualidade de vida dos moradores, está sendo possível criar 600 empregos diretos nas obras em andamento, em um investimento total de aproximadamente R$ 120 milhões.
Em geral, os períodos de recessão econômica aumentam consideravelmente os índices de desemprego, uma vez que o investimento privado tende a diminuir. Hoje, segundo dados de março do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país conta com 13,1 milhões de pessoas que estão desocupadas. Por isso, ganha ainda mais importância a atuação do poder público na recuperação de postos de trabalho. Através da retomada dos projetos de infraestrutura, a gestão consegue reduzir os danos pela economia desacelerada, garantindo uma vida mais digna para os operários.
É o que aconteceu, por exemplo, com o servente de pedreiro João Pedro dos Santos, 23 anos, que, antes de atuar na obra de infraestrutura do loteamento Barroso, estava desempregado. “É só trabalhando que a gente consegue comprar o que precisa em casa. Antes de conseguir esse emprego, eu passei quatro anos desempregado, então, sei bem as dificuldades. Foi um período muito difícil, ainda mais para minha filha pequena, de dois anos. Voltei a trabalhar e eu espero que a Prefeitura continue investindo na cidade para que outras pessoas também consigam”, afirma.
As dificuldades para inserção no mercado de trabalho são ainda maiores para os jovens, sobretudo aqueles com grau menor de escolaridade. A eles cabe, muitas vezes, o trabalho precarizado, informal, até que consigam a primeira chance. “Esse é meu primeiro emprego com carteira assinada. Antes dele, passei dois anos apenas fazendo bicos. Eu batalhei muito para estar aqui e conseguir dar uma vida melhor para minha filha. Essas obras são muito importantes para quem está buscando uma oportunidade”, explica o servente Cleiton Conceição dos Santos, 21 anos.
Quem teve a chance de prosseguir trabalhando mesmo com a crise também reconhece a importância das iniciativas da gestão. É o caso do mesista José Henrique Leite, 51 anos, que começou na função há dois anos, mas trabalha na área de construção há 30. “Esse trabalho é o que garante a minha dignidade e da minha família. Eu mesmo conheço muita gente que está desempregada, principalmente na área de engenharia civil. Por isso, é importante que a Prefeitura faça essas obras, é uma esperança para muitos como eu”, ressalta.
Além de garantir o salário que ajuda a planejar o futuro, a participação nas obras também são gratificantes, por permitirem que o trabalhador escreva seu nome na história de projetos que marcam época. Como no caso do Centro de Iniciação Esportiva do Bugio (CIE), onde o marceneiro José Adriano de Jesus Santos, 29 anos, conseguiu voltar à ativa. “Estava há um ano procurando emprego. Assim que começou essa obra eu vim aqui entregar meu currículo e procurar uma oportunidade. Deu tudo certo e fui contratado. Um pai de família precisa sempre estar na ativa. Esse emprego aqui é o que vai garantir um futuro melhor para minha filha. Além disso, é muito bom fazer parte de um projeto que ajuda a comunidade”, comemora.