A sanfona, a zabumba e o triangulo foram os principais instrumentos responsáveis por colocar o público que estava no palco Gerson Filho a dançar por mais de dez horas de puro forró pé-de-serra. O grupo do sanfoneiro sergipano Soenildo Santos Mendonça, mas conhecido como Cobra Verde, foi uma das atrações do espaço alternativo.
Com a inseparável sanfona em punho, Cobra Verde tocou as músicas do CD ‘Forro do Baú' que lançou recentemente na cidade de Glomel, na Franca, onde participou do festival internacional ‘Rencontres Internationales de Clarinette Populaire'.
Pela terceira vez se apresentando no palco alternativo do Forró Caju, o grupo composto de seis músicos mostrou o autêntico forró de Sergipe. Cobra Verde falou da diferença de tocar para o público europeu e o brasileiro.
"La as pessoas gostaram mesmo do forró, puderam dançar e aprender um pouco mais dessa nossa cultura, mas tocar para o nosso povo e ver todo mundo dançando é bem diferente," declara o artista.
Apresentações
O primeiro artista a subir ao palco Gerson Filho nesta penúltima noite de Forró Caju foi o eletrizante Robertinho dos 8 Baixos. Em seguida, a responsabilidade de não deixar o povo parar de dançar foi passada para o cantor Fábio de Estância, que às 21h entregou o palco para Eugênio Bispo. Logo após se apresentaram o Trio de Mala e Cuia, Cobra Verde e finalizando a noite com o grupo Forro Tô Aqui.