O presidente da Fundação Municipal de Cultura e Turismo (Funcaju), Waldoilson Leite, recebeu na manhã desta quinta-feira, 13, membros da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel) para a assinatura do convênio para o Programa Segundo Tempo.
O Programa estará presente em 24 escolas da capital e quatro Centros de Referência de Assistência Social (CRASS), com atividades esportivas para os alunos. Os estudantes frequentam as aulas em um turno e praticam esportes no outro.
O Segundo Tempo é um projeto do Ministério do Esporte, que antes era executado, em Aracaju, pela Funcaju, órgão detentor da área de esporte. Com a criação da Semel, a renovação do convênio foi dividida entre os órgãos para a realização. A Funcaju fica responsável pela execução financeira, enquanto a Semel, coloca o projeto em prática.
Com o sucesso na realização do primeiro projeto, o Ministério do Esporte renovou o convênio, o que confirma o compromisso da PMA com a sociedade. “Agora a Semel vai coordenar na prática atendendo as escolas e CRASS que recebem as atividades. Estamos mais uma vez executando o programa, desta vez com a parceria entre os dois órgãos municipais, Funcaju e Semel. Isso é sinal que fizemos de forma certa, que continuamos no caminho correto”, ressaltou Waldoilson.
Segundo o secretário municipal de Esporte e Lazer, Antônio Hora, 2.800 crianças estão envolvidas nas ações. “É o maior programa de esporte educacional do mundo, atendemos 28 núcleos nessa ação pedagógica. Essa ligação entre os órgãos vem garantir a qualidade do projeto, a Funcaju vai continuar contribuindo com o sucesso”, comentou.
É através do investimento no esporte, que a Prefeitura também contribui para a formação das novas gerações, fazendo um trabalho de base, como a intenção não é apenas formar campeões, mas principalmente retirar das ruas crianças que vivem em situações de risco e dar a elas uma opção de lazer com acompanhamento de um profissional, com objetivo maior de formar grandes cidadãos.
“O programa acontece durante três dias na semana com esportes coletivos e individuais, como futebol, vôlei e dança. Eles se distraem e conhecem mais praticando as atividades. Assim, estamos apresentamos alternativas para manter todos eles longe das drogas”, destacou Kelly Silva, coordenadora do programa.