Na estrutura do Forró Caju, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi montado para garantir a assistência médica e hospitalar ao público que vai aproveitar os dois dias de festa na Praça Hilton Lopes.
Com dois a três médicos por noite, a depender da projeção de público da festa, seis a oito técnicos de enfermagem e um enfermeiro, além de suporte de higienização, apoio administrativo e supervisão, o Samu garante o atendimento necessário às milhares de pessoas que costumam participar da festa. "Temos cerca de 20 profissionais trabalhando diretamente no posto avançado de atendimento", destaca a coordenadora da Rede de Urgência e Emergência (Reue) da Secretaria Municipal da Saúde, Roberta Lisboa.
Explica ainda que o trabalho desenvolvido pelo Samu é de extrema importância em uma festa como o Forró Caju. "Em um evento como esse é fundamental o trabalho do Samu. E por isso precisamos contar com o apoio do Corpo de Bombeiros e da Guarda Municipal. É uma somação de esforços", ressalta.
A estrutura montada ao lado esquerdo dos palcos principais conta com dez leitos simples e mais dois de estabilização. Além disso, duas unidades móveis estão à disposição para a assistência do público. "Contamos com uma unidade básica e uma avançada, pois dessa forma conseguimos atender as demandas que normalmente existem nesse tipo de evento. Conseguimos prestar aqui todo o primeiro atendimento, até a parte de estabilização e, caso seja necessário, transferirmos o paciente para as unidades de saúde da família Nestor Piva ou Fernando Franco. Somente quando é algo muito grave que há a transferência direta para o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse)", diz a coordenadora.
De acordo com Roberta, nos primeiros dias do evento, as ocorrências registradas não fogem à normalidade. "O domingo foi o dia mais movimentado aqui, inclusive com um ferimento por arma branca, porém, em nenhum momento houve superlotação. Nos outros dias tivemos um quadro mais tranquilo, dentro da normalidade", afirma.