por Raquel Passos
A última banda desta terceira noite de Forró Caju foi a sergipana Mulheres Perdidas. Com seu marcante estilo eletrônico, o repertório eclético permeia o romantismo chegando até o tom contemporâneo, que mescla o sertanejo e o forró. É nesse clima que o décimo CD da banda ainda alcança seus fãs, relembrando sucessos como "O vento levou", "Porque te amo" e "Amor de Rapariga".
O grupo formou público também fora do estado, consolidando sucesso nesses dez anos de carreira. Ao olhar para trás diante da apresentação neste domingo, 17, a vocalista da atual versão da banda, Michele Menezes, conta que o momento é sempre de renovar as energias. "Lançamos o nosso último CD nesta semana. Então vir tocar no Forró Caju é um presente para consolidarmos nosso trabalho. Quando a gente vem para esta linda festa o nosso coração fica a mil", comenta.
Para o vocalista Jacó Fallashi o evento reforça a identidade da Mulheres Perdidas perante o público. "É uma referência que a Mulheres Perdidas tem em todo o Nordeste. É por passar pela programação do Forró Caju que somos respeitados como os demais renomados artistas que por aqui passam. É um marco para o calendário do São João do Brasil", declara Jacó.
A dona de loja, Prisciliana Batista Santos, revela que a banda sergipana é completa principalmente por reconhecer os fãs como ela acha que deve ser feito. "Mulheres Perdidas além de tudo é muito carismática com o público, sempre renova as músicas e esses são elementos importantes que uma banda deve ter". Sua amiga Gleiciane Correia completa: "Gosto da voz da cantora! Isso já basta para a gente gostar tanto", garante.
Já a diarista Micilene de Jesus lembra que a identidade da banda é o principal diferencial. "As músicas são mais no estilo original, com músicas mais de antigamente e têm mais letra que as das outras bandas atuais", conta.